dependência química 28

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dependência química 28

O Que É Dependência Química E Como Lidar
A abstinência é uma fase incômoda, não só mentalmente, pois a necessidade fisiológica de consumo desencadeia sintomas  tanto físicos quanto psíquicos. Ao contrário do que muitos pensam, a definição de dependência química não deriva somente da quantidade de substância consumida. Muitas vezes, em uma simples reunião de amigos ou parentes, sem  perceber, inicia-se um processo que pode levar ao fundo do poço. Ou como outros dizem, ao fundo da fossa, pois o fim, na dependência química, não nos oferece água. As pessoas usam drogas por

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A necessidade é simplesmente incontrolável, e esse é o momento em que, ainda que se deseje, não se consegue mais parar o uso, o que acaba se tornando um hábito completamente sem controle. Entre eles estão fatores genéticos, ambientais, sociais e psicológicos, que dependem, ainda, da frequência e quantidades ingeridas da substância em questão. Qualquer pessoa pode acabar desenvolvendo dependência e isso não deve ser tratado como motivo de vergonha ou falha moral. Com a dependência também se percebe uma tolerância maior aos efeitos da substância, precisando assim de quantidades maiores para obter o efeito desejado.
Por acometer toda a família, que adoece emocionalmente junto ao indivíduo, esta também deve receber orientações e apoio. Durante a recuperação, é preciso fazer a reabilitação e reaprendizagem de uma vida saudável, em que a droga não faça mais parte. Por isso, é preciso acontecer uma mudança na forma como o paciente percebe-se no mundo, ou seja, no seu autoconhecimento.
Esses  critérios diagnosticados de dependência possuem níveis de gravidade distintos para cada caso. O ideal é que primeiro se identifique a presença desses critérios no padrão de consumo de um indivíduo e, em segundo que se determina a sua gravidade. Após essa análise, poderá se estabelecer um plano de tratamento, o qual terá seu início com a abordagem do dependente. É importante sinalizar que internação não é sinônimo de tratamento de dependência química.
que poderá aprofundar questões mais complexas na sua vida. O consumo se torna uma compulsão e é possível notar os problemas reais de saúde envolvidos no vício. Ou seja, ela não é exclusividade dos indivíduos que são capazes de cometer determinadas transgressões para obtenção da droga.
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A terapia psicológica é fundamental para o tratamento de recuperação de indivíduos dependentes. Neste sentido, existem muitos tipos de tratamento e uma das mais populares são as internações em comunidades terapêuticas. Mas para isso, a pessoa necessitará buscar pessoas próximas em que possa construir relações de confiança.


No entanto, é preciso entender que a dependência química faz com que o usuário das substâncias perca o controle do uso delas e, como consequência, perca também aos poucos seus controles emocionais, físicos e psíquicos. A dependência química é uma doença que tem recuperação, desde que tratada e controlada. Para isso é importante contar com o atendimento multiprofissional e constante de especialistas como psicólogos e psiquiatras. Esse apoio deve se estender também aos familiares, já que a dependência química não afeta apenas o próprio portador da doença, mas atinge todo o seu entorno.
química é considerada uma doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A dependência está envolvida por tabus sociais, o que prejudica a realização do seu diagnóstico e consequentemente, seu tratamento. A maioria dos usuários são
Assim, aos poucos, o interno vai se convencendo de que é possível mudar e que muitos dos seus posicionamentos passados não só o prejudicaram como também afetaram as pessoas ao seu redor. Ao trabalhar conceitos como responsabilidade e autopreservação, por exemplo, conseguimos que ele vislumbre sua impotência perante o vício. Dito isso, ainda confio que a internação seja o melhor caminho – preferencialmente voluntária, mas se não for possível, os outros tipos também devem ser considerados. Afinal, toda pessoa tem a sua própria trajetória, que não deve ser desconsiderada na adoção do tratamento ideal. É só observar uma festa rave para atestar isso – a administração de substâncias sintéticas é quase um “kit balada” obrigatório.